Ninguém deve pagar para viver na própria cidade.
O pedágio da BR-040 corta Simão Pereira ao meio.
Cobra até por trajetos dentro do município.
Isso fere o direito de ir e vir e trava trabalho, estudo e saúde.
Quanto pesa no bolso
Hoje: R$ 21
Por dia (ida e volta): R$ 42
Por mês (20 dias úteis): R$ 840
Por que é urgente
A cidade é pequena e depende de Matias Barbosa e Juiz de Fora.
As “rotas alternativas” são ruins e perigosas: sem pavimento, sem sinalização e sem acostamento.
Quem sente primeiro: trabalhadores, estudantes, servidores, produtores rurais e serviços essenciais.
O que a lei exige
Tarifa justa e serviço seguro nas concessões.
A empresa do pedágio deve reduzir danos e garantir a passagem de quem mora.
Cobrar várias vezes por trajetos curtos é abuso.
O que exigimos
Passe livre para moradoras e moradores de Simão Pereira, com cadastro simples e gratuito.
Suspensão do reajuste até o passe livre valer.
Audiência pública urgente com a comunidade, o Ministério dos Transportes, a ANTT e a empresa.
Fiscalização do contrato, com ações para reduzir danos e garantir acesso local.
Lei nacional para proteger cidades cortadas por rodovias federais.
Como sua assinatura será usada
O mandato da deputada Dandara vai cobrar a ANTT, o Ministério dos Transportes e a empresa concessionária do pedágio.
Vai protocolar os pedidos e acompanhar cada passo até a solução.
Esta luta é coletiva: por dignidade, mobilidade e serviços essenciais.
Assine e compartilhe.
A cancela não vai nos parar.
Anexo IV, Gabinete 233
CEP 70160-900 . Brasília/DF
Brasília: (61) 3215-5233
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